A Sua Viagem – Moscou

E aí Galera, como estão de feriado?

Pois é, apesar de ser feriado nacional para a brazucada aqui, o blog não parou e hoje tem mais um post na nossa coluna “A Sua Viagem”! E o destino de hoje é nada mais, nada menos, que a imponente Moscou, que, cá entre nós, é a minha “queridinha” pois foi a primeira cidade europeia que eu conheci! 🙂 Quem veio falar dela para a gente foi a Talita, do blog Me Deixa Ser Turista, fique de olho porque as dicas estão ótimas.

 

1. Por que Moscou?

Moscou

A ideia de ir para Moscou era antiga. Sempre gostei muito de história, política e tinha muito interesse em cultura russa (czarismo, socialismo, pós-comunismo). A Rússia era um lugar que eu queria ver com os meus próprios olhos (não era apenas para turistar). Durante um tempo, fui repórter de um grande jornal brasileiro e ali surgiu a oportunidade de unir útil e agradável: realizar o sonho de visitar Moscou e, ao mesmo tempo, cobrir as eleições presidenciais de Vladimir Putin num período em que o país tinha protestos. Propus a cobertura e, a partir dali, estenderia minhas férias e toparam. Passei quase uma semana em Moscou trabalhando e passeando. Só fiquei triste porque, por causa dos protestos pré-eleição, alguns lugares estavam fechados (o próprio Kremlin). Mas isso é só uma desculpa para voltar.

 

2. Em que bairro você se hospedou? Valeu a pena?

Moscou

Fiquei na Arbat, o bairro turístico de Moscou. A Arbat é ideal para quem não fala russo e se sente inseguro em visitar um país em que não dá para se comunicar ou ler a língua local facilmente. Há um calçadão com as lojas turísticas (mas não compre nada lá), casas de câmbio e restaurantes. Nos arredores, é possível até esbarrar em uns mercadinhos (em que você vê as coisas e compra, já que o iogurte tem cara de iogurte, o pão parece pão). Aliás, uma dica valiosa: um restaurante chamado Café Mümü. Ele é uma espécie de serf-service, ou seja, você vê a canja, a carne, o frango, bota na bandeja e paga barato. Como achá-lo? Tem uma ESTÁTUA DE VACA na frente. Impossível não ver. Uma das “sete irmãs de Stalin” também fica na Arbat — o prédio do Ministério de Relações Exteriores, grande, imponente e incrível. O bairro também fica a uma caminhada tranquila da Praça Vermelha e tem metrô.

 

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3. Suas três atrações preferidas.

A Praça Vermelha toda: de um lado, o gigantesco Kremlin, que permite visitação; o mausoléu do Lenin, com o próprio embalsamado; o Museu de História Natural, em que nada está escrito em outra língua além do russo; o GUM, que foi o mercado estatal soviético e hoje é um shopping com as lojas mais caras do mundo (ironia do destino) e a Catedral de São Basílio, que parece de jujuba de tão colorida e linda. No inverno, é montada uma pista de patinação no gelo. Vale parar nas barraquinhas da feirinha e tomar algo quente. Vale lembrar que a chance de comer algo bem ocidental (leia-se pizza e Mc Donalds) é 100% nos arredores da Praça Vermelha.

Moscou

Para passear e comprar, o Parque Izmailovski. Ele fica bem fora do centro, quase uma hora de trem saindo dos arredores da Praça Vermelha, mas vale a viagem. Além das instalações temáticas fofas, ele tem os melhores preços para comprar a famosa bonequinha matrioska e aquelas coisas todas comunistas (gorros, cantis de bebida e até bailarinas do Bolshoi). Ele fica na estação com o nome do parque.

Moscou

A última atração que indico é a área da estação de metrô VDNKh, fora do centro e onde há socialismo na veia. Saindo da estação, você logo dá de cara com o obelisco do museu do Cosmonauta. De lá, você vê a torre de TV Ostankino (que dá para subir) de um lado e, do outro, a roda gigante do parque de exposições. Esse lugar, aliás, merece uma boa garimpada. Muitas fontes lindas, palácios soviéticos imponentes e até um foguete para exibição.

Moscou

 

4. O que te surpreendeu?

Moscou

O frio! Brincadeira. O que me surpreendeu foi notar que o socialismo se foi, mas que ainda hoje as marcas são grandes. A maior delas é a carência do inglês: apenas os adolescentes falam um inglês bem ruim — nascidos após a queda da URSS.

 

5. Aquela dica que você daria a um amigo!

Passe por trás da Catedral de Cristo Salvador (sim, a inaugurada em 1883, derrubada em 1933, reconstruída na década de 90 e reinaugurada em 2000). Atrás dela há uma ponte: de um lado, a vista do monumento mais feio que já vi (e mais curioso): a estátua para Pedro, O Grande, no meio do rio Moscou; do outro lado, uma vista incrível do Kremlin.

 

Que saudades!!! E que vontade de voltar!!!! Aiai… Assino embaixo de todas as dicas da Talita, desde o restaurante Mümü, a Praça Vermelha até a ponte com vista para o Kremlim.

Um super obrigada à Talita por falar dessa cidade tão ímpar para a gente aqui! E se você tiver interesse em saber mais impressões que ela teve sobre Moscou, clique aqui. E para ver outros vários destinos, basta acessar o ótimo Me Deixa Ser Turista.

 

Veja aqui todos os Destinos do “A Sua Viagem”

 

E se você, tiver AQUELA cidade ou viagem que te encantou? Divida com a gente a sua experiência, não precisa ser blogueiro, é só responder essas cinco perguntinhas do texto, juntar algumas fotos e enviar para o e-mail zuca@zigadazuca.com.br. Será muito bacana tê-los fazendo parte do Ziga da Zuca. 😉

Semana que vem tem mais post do A Sua Viagem pra vocês, Pessoal!

Beijooo!

 

Fotos: Talita Marchao

Author: Natália Gastão

Fluminhoca (fluminense + carioca) experimentando a vida mineira em Belo Horizonte, fisioterapeuta, acupunturista e viajante. Apaixonada pelo Rio e por viajar, sofre de tensão pré e depressão pós viagem, não pode ver uma promoção de passagem aérea e quer ir para tudo quanto é canto.

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2 Comments

  1. Eu não autorizei o uso das minhas fotos no site Nomade Tips e exijo que sejam retiradas. Os direitos de imagens foram cedidos para o blog Ziga da Zuca, cabendo medidas legais se vocês continuarem usando as imagens sem os devidos direitos.

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    • Essa história está muito desagradável, já entrei com a denúncia no google, Talita. Assim que houver alguma posição, entrarei em contato!
      Beijo grande!

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