Dresden: A apaixonante “Florença do Elba”!

O bilhete de trem que nos levou de Praga até Berlim, nos dava direito a um stop over, previamente marcado, em Dresden. Logo que ficamos sabendo da possibilidade (meses antes), não pestanejamos e resolvemos passar uma tarde nessa cidadezinha linda, também conhecida como a “Florença do Elba”, tanto pela sua riqueza cultural, quanto pelas suas belas construções.

Dresden

Como nosso tempo foi curto, em torno de 5 horas, não fizemos plano algum, nosso objetivo era rodar pela cidade e curtir o lugar. Acontece que só imaginamos que estaria frio, quando na realidade estava muuuito frio, mas também chuvoso. Ou seja, ficamos bastante tempo sentados no restaurante almoçando e depois apelamos para um shopping (#shame). Mas, é claro que rodamos pelo centro antigo, ou melhor reconstruído, da cidade.

Antes de prosseguir, vale lembrar que Dresden foi destruída em 1945, no final da Segunda Guerra Mundial. A coisa foi tão feia e covarde que há uma linha de historiadores que consideram os bombardeios das tropas aliadas um crime de guerra, visto que a guerra estava praticamente vencida. O resultado disso tudo foram milhares de vidas inocentes perdidas e uma cidade sob escombros. 🙁

Mas não pense que você verá uma cidade triste e cheia de sinais de destruição por lá, muito pelo contrário, a cidade foi completamente reconstruída e é linda! É impressionante! Alguns lugares, como a Igreja Luterana e a Catedral de Dresden, foram reconstruídos mas mantiveram o que restou do bombardeio de pé, e pelas cores dos “tijolos” dá para perceber bem qual a parte nova (claro) da antiga (escuro), uma forma de lembrar o passado, mas olhando para o futuro! 😉

Dresden

Frauenkirche – Igreja Luterana

Dresden

Catedral de Desdren: As partes mais escuras são o que sobrou após o bombardeio.

 

Dresden possui uma vida cultural bastante rica, com museus, ópera (Semperoper), palácios, monumentos e o Fürstenzug, que nada mais é que o maior painel de porcelana do mundo (que quase passamos batidos, acredita?), e em seus mais de 100 metros de comprimento conta a história de 1000 anos da cidade.

Dresden

Fürstenzug

Dresden

Semperoper

Não chegamos a ir na parte mais nova da cidade, que fica do outro lado do rio Elba, pois o frio era muuuuito intenso e não havia a menor chance de cruzar aquela ponte. Tudo o que eu precisava queria era entrar num café e me aquecer para encarar o caminho de volta à estação de trem. 🙂

Dresden

Uma observação que pode ser relevante sobre Dresden, é que, ao contrário de Berlim, vi poucas pessoas falando inglês. Mas com boa vontade, todo mundo se entende né?! 🙂

Para pegar mais dicas de Dresden, veja os posts que a Martinha do Viajoteca escreveu. Ela esteve lá no mesmo período que eu, mas ficou por muito mais tempo. Você vai se encantar!!!

E você, tem dicas de Dresden? Não deixe de considerar a cidade quando for montar seu roteiro!

 

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Author: Natália Gastão

Fluminhoca (fluminense + carioca) experimentando a vida mineira em Belo Horizonte, fisioterapeuta, acupunturista e viajante. Apaixonada pelo Rio e por viajar, sofre de tensão pré e depressão pós viagem, não pode ver uma promoção de passagem aérea e quer ir para tudo quanto é canto.

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