Museu Judaico de Berlim

Nesta semana (23 a 29/03) acontece o Museum Week, uma ação global de incentivo a cultura. Blogueiros do mundo inteiro estão participando da ação (veja a lista no final do post) em uma blogagem coletiva que você pode conferir também no twitter com a hashtag #museuweek. Nossa contribuição nesta ação fala sobre o Museu Judaico de Berlim.

Museu Judaico de Berlim

Museu Judaico de Berlim Foto: libeskind.com (Bitter Bredt)

O Museu Judaico de Berlim, com projeto de Daniel Libeskind, foi inaugurado em 2001, o edifício foi projetado como um anexo ao Museu Municipal de Berlim, o Kollegienhaus, mas a expressão simbólica e o impacto visual da obra foi tão marcante que o antigo prédio barroco acabou se tornando quase um apêndice à nova ala, e funciona atualmente como um ambiente de recepção e único meio de entrada para o museu.

Museu Judaico de Berlim

Salão de Eventos – As “cicatrizes” permeiam a estrutura.

Museu Judaico de Berlim

O Kollegienhaus – O edifício original barroco

Os dois volumes se conectam apenas internamente, mantendo intocada a dureza do edifício de formas angulosas que desenvolvem um zigue-zague pelo terreno. Assim, o contraste temporal das obras é ressaltado com o aspecto monolítico do novo bloco, que no lugar de aberturas regulares, apresenta “cicatrizes” que rasgam o duro revestimento de zinco de suas paredes.

Não espere longas exposições didáticas sobre as tradições, modos de vida e cultura judaicas, nem mesmo descrições e documentações extensas sobre a terrível dilaceração da ação do nazismo na comunidade judaica. Evidentemente estes aspectos participam e estão presentes no acervo do museu, mas eles aparecem quase como coadjuvantes de uma experiência sensorial que remete ao sofrimento, à dureza, à solidão e ao desequilíbrio representados pelo período de perseguição.

A Arquitetura

Mesmo antes de entrar no Museu já podemos perceber, por seu acabamento monolítico em metal, que não nos deixa perceber seus pavimentos internos, pela ausência de aberturas propriamente perceptíveis como portas ou janelas, e pela aparência crua e impessoal do volume, que a arquitetura tem algo a dizer sobre o tema e a dureza do edifício não é uma coincidência. Suas paredes são permeadas de “cicatrizes” que se refletem em seu interior através das poucas e irregulares aberturas e das vigas que rasgam os ambientes. Uma composição que remete a uma estrela de Davi despedaçada, como uma “matriz irracional e invisível” (Daniel Libeskind, 1995).

Museu Judaico de Berlim

Última olhada para trás antes de descer a escada.

O bloco metálico não possui aberturas para entrada, o visitante entra pelo edifício histórico, onde uma fenda nos leva a uma longa e escura escada que se dirige para o subsolo. Uma passagem subterrânea conecta com o novo bloco e leva diretamente à confluência dos três eixos principais, que sinalizam as três possibilidades trilhadas pelos judeus alemães: Os Eixos do Holocausto, do Exílio e da Continuidade.

A partir daí o a arquitetura do museu vai nos oferecer uma sucessão de sensações que oscilam entre opressoras e desconcertantes. O tom acusatório tradicionalmente associado ao tema cede espaço à uma experiência sensorial onde o edifício parece ser a obra mais significativa exposta.

Museu do Holocausto

Museu do Holocausto – Esquema

A proposta do Museu sobrepõe vários esquemas espaciais ou “linhas”: seu corpo principal traz um volume que ziquezagueia pelo espaço, mas um eixo reto o atravessa de um lado a outro, produzindo seis rasgos no volume principal, espaços que o arquiteto chamou de “Vazios“. Estes vazios são internamente marcados pela ausência, espaços abertos do piso ao teto, atravessando todos os pavimentos e iluminados por aberturas na cobertura. As duas linhas remetem ao entrelaçamento de dois percursos coexistentes, o do pensamento e organização lógica: reto porém fragmentado, e o das relações humanas: tortuoso porém contínuo.

Ainda no subsolo, os três eixos conectam a outros espaços “vazios” separados dos corpo principal: o Jardim do Exílio e a Torre do Holocausto.

Os eixos formam corredores angulosos e estreitos que, conforme caminhamos, o teto vai afunilando e ficando cada vez mais baixo, e o piso, levemente inclinado, forma uma longa e contínua rampa que produz resistência ao caminhar. Neste espaço somos tomados de uma sensação de opressão e fadiga sem que percebamos imediatamente de onde ela vem. Os eixos se cruzam e entrelaçam, formando um espaço que não nos deixa muita certeza sobre onde estamos (ou qual destino nos está reservado), a única referência que persiste é caminhar para onde o corredor é mais estreito e opressor.

No subsolo também encontramos, logo no início, à direita, o centro de estudos Rafael Roth.

Museu Judaico de Berlim

Os Eixos do Holocausto e do Exílio

Museu Judaico de Berlim

Museu Judaico de Berlim

O Eixo do Exílio conduz a uma pesada porta que se abre para um jardim externo, o Jardim do Exílio, um espaço externo com 49 altas colunas quadradas e regulares de concreto. No Jardim do Exílio, não podemos ver o que se passa ao redor, mas apenas sentimos o ar externo e ouvimos os sons da cidade à nossa volta, como se fosse uma ilha exterior. A vegetação no topo dos pilares aumentam a sensação de um espaço (ou terra) inatingível, mas ao mesmo tempo remetem a alguma esperança. Tudo isso fica ainda mais intenso pois, tanto as colunas quanto o próprio piso, são desalinhados dos eixos horizontal e vertical, causando uma sensação de completa instabilidade e desequilíbrio.

Museu Judaico de Berlim - Jardim do Exílio

Museu Judaico de Berlim – Jardim do Exílio

Museu Judaico de Berlim

Jardim do Exílio Foto: libeskind.com (Michele Nastasi)

O Eixo do Holocausto, desemboca em um dos espaços mais impactantes do museu, após uma pesada porta temos a Torre do Holocausto: uma torre de concreto estreita e alta (24 metros de altura). O espaço é quase completamente escuro, frio e acusticamente isolado pelas pesadas paredes de concreto. Quando a pesada porta se fecha resta apenas uma brecha de luz vindo lá do topo e a desolação e o abandono nos vêm à mente, assim como a incerteza sobre o futuro… Precisam ver a cara da Natália depois que eu deixei ela sozinha lá dentro!

Museu Judaico de Berlim

Museu Judaico de Berlim – Torre do Holocausto

Museu Judaico de Berlim

A tênue brecha de luz

O Eixo da Continuidade inicia similar e entremeado aos outros dois, mas em sua parte final se transforma completamente. O teto se torna altíssimo, e dá espaço à uma grande escadaria que leva aos salões das exposições permanentes. Esta amplitude nos revela a possibilidade de uma realidade diferente, mas traz, ao mesmo tempo, as consequências desta sobrevivência: diversas vigas de concreto rasgam de maneira angulada e assimétrica o ambiente, ferindo o espaço e deixando suas marcas como cicatrizes de sua história.

Toda a exposição permanente se organiza através deste espaço e se inicia após o salão do primeiro piso. Ao sair do salão devemos percorrer a escada até o fim e entrar apenas no último nível, este salão desemboca naturalmente no andar inferior. Se se perder não estranhe, a maioria dos visitantes fica um pouco confusa apesar dos funcionários do museu tentarem direcionar o fluxo.

Museu Judaico de Berlim

Museu Judaico de Berlim

No primeiro piso encontramos um braço robótico escrevendo uma imensa Torá, obra que faz parte, junto com a maior coleção privada de manuscritos judaicos do mundo, da exposição temporária intitulada “A criação do mundo”. O robô deve escrever os 304.805 caracteres da Torá reproduzindo o estilo original dos escrivães, em 80m de papel durante três meses (O Robô terminou seu trabalho no início do ano, mas a exposição fica até agosto). A calma da mistura de potência e suavidade que a exposição caligráfica transmita era constantemente marcada por um ruído metálico angustiante vindo do espaço ao lado, prenúncio de que algo forte nos espera.

Museu Judaico de Berlim

Museu Judaico de Berlim – A Torá Robótica

Museu Judaico de Berlim

Museu Judaico de Berlim

Ao passar para o próximo ambiente encontramos um dos “vazios” criados no encontro das “linhas” do museu. Um espaço impressionante, com um pé-direito altíssimo, onde as duras paredes de concreto são iluminadas apenas pelas aberturas no teto do último pavimento, nos remetendo ao mesmo tempo à solidão e ao apagamento da existência dos judeus na vida e na história da cidade.

O mais marcante deste hiato construtivo é perceber como normalmente associamos o vazio a um espaço sem utilidade ou importância, mas aqui nos deparamos com um espaço “completo” e provavelmente um dos mais potencialmente significativos de todo o edifício.

Neste “vazio”, o artista Menashe Kadishman fez uma instalação chamada “Shalekhet” (Folhas Caídas), e logo percebemos que para percorrermos o espaço precisamos pisar sobre inúmeros rostos de metal, que com o peso no nosso corpo se chocam umas contra as outras fazendo o ruído que ouvíamos lá de fora. Cada um destes rostos enferrujados é feito artesanalmente, por isto nenhum é igual ao outro, individualizando a sensação de dor. Pisar os rostos é agoniante, por nos colocar como parte, e responsáveis, por esta sociedade que produz tantas atrocidades.

Museu Judaico de Berlim

A intensa “ausência” dos vazios

Museu Judaico de Berlim

Museu Judaico de Berlim

Nos dois últimos pavimentos a exposição prossegue de forma mais tradicional e o impacto do edifício deixa finalmente de ser o protagonista e permite aos visitantes uma interação mais direta com os objetos e obras expostas, que vão desde artigos históricos como o rolo de tecido de onde os judeus recortavam as estrelas que eram obrigados a carregar no peito a exposições multimídia de aspectos da cultura e religião judaica.

Museu Judaico de Berlim

Museu Judaico de Berlim

Museu Judaico de Berlim

Museu Judaico de Berlim

Os espaços de exposições multimídia são bastante inusitados e coloridos, contrastando com a dureza do edifício.

Museu Judaico de Berlim

Exposições multimídia

E, como não poderia deixar de ser, dentro do tema, a parte mais emotiva da exposição fica a cargo dos inevitáveis relatos de perseguições nazistas, contanto as histórias individuais de algumas famílias, desde suas atividades antes da perseguição e mudança para os guetos até o destino dos eventuais sobreviventes, passando pelo período de confinamento nos campos.

Museu Judaico de Berlim

Os Relatos individuais

Museu Judaico de Berlim

Museu Judaico de Berlim

Segundo o arquiteto, o museu, que foi concebido antes da queda do muro de Berlim, se baseou na impossibilidade de entender a história de Berlim sem levar em consideração a contribuição intelectual, econômica e cultural realizada pelos judeus de Berlim e no reconhecimento do apagamento e da negação, que afetaram a vida judaica, como parte da história da cidade.

O acabamento externo do museu é todo feito em chapas de zinco, que expõe a dureza e a rigidez do metal, mantendo acabamento mais sóbrio, sem o brilho vivo do titânio ou do alumínio. Ao longo dos anos, como não possui tratamento é esperado que ele oxide, perdendo o brilho e mudando de cor pela exposição à luz e ao tempo, se tornando mais cinzento e posteriormente esverdeado, ressaltando e evidenciando as “cicatrizes” em sua fachada.

Museu Judaico de Berlim

A Academia Foto: libeskind.com (Bitter Bredt) – Com o Museu aparecendo ao fundo.

Em 2007 o edifício histórico ganhou o salão interno envidraçado, para concertos e performances artísticas, com uma estrutura independente que remete ao mesmo tempo às cicatrizes que permeiam o bloco contemporâneo a às Sukkah, tendas judaicas utilizadas no festival do Sukkot. E, em 2012, o conjunto ganhou outra expansão, a Academia, um espaço para pesquisa, que possui um centro de ensino e escritórios do próprio museu foi construído do outro lado da rua, pelo mesmo arquiteto.
Endereço e transporte:

Jewish Museum Berlin
Lindenstraße 9-14, 10969
Metrô: U1/U6 Hallesches Tor ou U6 Kochstraße
Ônibus: M29, M41, 248

Horários:

Segundas das 10 às 22h (Último acesso às 21h)
Terças a Domingos das 10 às 20h (Último acesso às 19h)
O Museu recomenda chegar com antecedência devido aos procedimentos de segurança.

Ingressos:

Regular: 8 euros
Reduzido: 3 euros
Crianças até 6 anos: grátis
Família: 14 euros (2 adultos e até 4 crianças)

Museu Week
Blogs Participantes
Confira outros blogs que estão participando da Blogagem Coletiva da RBBV MuseumWeek:

Américas:

Uziel Santos – Uzi Por Aí – Museu do Ouro (Bogotá, Colômbia).
Claudia Rodrigues – Felipe, O Pequeno Viajante – Museu de Ciência e Tecnologia da PUC (Porto Alegre – RS)
Patricia Tayão – Viajar Hei – Museu Nacional (Rio de Janeiro – RJ)
Adriana Ramos – Sonhando em Viajar! – Museu Nacional da História Natural da Quinta da Boa Vista (Rio de Janeiro – RJ)
André Morato – Blog Meu Destino – Inhotim (Brumadinho – MG)
Antonio Rômulo Jr. – Retrip Viagens – Museu de Arte Sacra (São João Del Rey – MG)
Andrea Barros – Do RS para o Mundo – Museu Histórico de Veranópolis (Veranópolis -RS)
Eloah Cristina – Marola com Carambola – Memorial da Resistência de São Paulo (São Paulo – SP)
Carmem Batista – O que vi do Mundo – Museu do Futebol (São Paulo – SP)
Talita Marchao – Me Deixa Ser Turista – Pinacoteca, Estação Pinacoteca, Dops e Museu da Língua Portuguesa (São Paulo – SP)
Cristiane Rangel – Pequeno Grande Mundo – Museu de Ciências Naturais do Bosque da Ciência – INPA (Manaus – AM)
Jamille Andrade – Rascunhos de Fotografia – Museu do Ceará, MAUC e Museu do Humor (Ceará)
Julia Motta – Quebrei a Bússola – Museo del Holocausto (Buenos Aires – Argentina)
Thiago Busarello – Vida de Turista – MALBA (Buenos Aires)
Camila Faria – E aí, Férias – American Museum of Natural History (Nova Iorque – Estados Unidos)
Liliane Inglez – Trilhas e Cantos – Museu Chileno de Arte Pre Colombino (Santiago – Chile)
Cynara Vianna – Cantinho de Ná – Instituto Ricardo Brennand (Recife – PE)
Andrea e Luciano – Malas e Panelas – Vizcaya Museum and Gardens (Miami – Estados Unidos)
Mariana e Augusto – Embarque Portão 5 – Museo de Las Casas Reales (Santo Domingo – República Dominicana)
Francine Agnoletto – Viagens que Sonhamos – Field Museum (Chicago – Estados Unidos)
Camila Lisboa – O Melhor Mês do Ano – Tumbas Reales de Sipan (Chiclayo – Lambayeque, Peru)
Camila Torres – Colecionando Ímãs – Os Museus de Arte de Brasília (Distrito Federal)

Europa:

Paula Augot – No Mundo da Paula – Museu Tate Modern (Londres – Inglaterra)
Heloisa Righetto – Aprendiz de Viajante – 5 museus não tão conhecidos para visitar em Londres (Londres – Inglaterra)
Carol Pascual – Londres com crianças – Museum of London (Londres – Inglaterra)
Deb Wal – Segredos de Londres – National Gallery (Londres – Inglaterra)
Fernanda Scafi – Tá indo pra onde? – Deutsches Historiches Museum (Berlim – Alemanha)
Nicole Plauto – Agenda Berlim – 03 museus para visitar na primeira vez em Berlim (Berlim – Alemanha)
Claudia Bömmels – Brasileiros Mundo Afora – Deutsches Technik Museum (Berlim – Alemanha)
Natália Gastão – Ziga da Zuca – Museu Judaico (Berlim – Alemanha)
Renata Inforzato – Direto de Paris – Hôtel de Soubise – o palacete que virou arquivo e museu – (Paris – França)
Fabia e Gabi – Estrangeira – Museu Picasso (Barcelona – Espanha)
Roberta Martins – Territórios – Museu Dalí (Barcelona – Espanha)
Adriana Lima – Da Porta Pra Fora – Museu DOX (Praga – República Checa)
Ana Cristina – ITALIAna – Galleria degli Uffizi Florença (Florença – Itália)
Deyse Ribeiro – Passeios na Toscana – Museu Cappella Brancacci (Florença – Itália)
Aline Dota – Descobrindo a Alemanha – EL-DE-Haus – Centro de documentacao do Nazismo (Colônia – Alemanha)
Larissa Andrade – Esto es Madrid, Madrid – Reina Sofía (Madri – Espanha)
Fani e Robson – Meu Mundo Por Aí – Museo Del Prado (Madri – Espanha)
Dalila Barakat – Mil e Uma Viagens – Mauritshuis (Haia – Holanda)
Simone Betoni – O Guia de Milão – Casa Museu Boschi di Stefano (Milão – Itália)
Solange Spiess – No Mundo com a Gente – Museu Casa de Rembrandt (Amsterdam – Holanda)
Alexandra Aranovich – Café Viagem – Museu Casa Cailler e Museu do Chocolate (Broc, Suíça)
Poliana Cardozo – Comendo Chucrute e Salsicha – Museu de Belas Artes de Sevilha (Sevilha – Espanha)
Claudia Bins – Mosaicos do Sul – Museu Dalí (Saint Petersburg – Estados Unidos)
Luciana Rodrigues – Turismo em Roma – Museu da Emigração Italiana (Roma – Itália)
Virna Mitrogiannis – Uma Brasileira na Grécia – Museu Acrópoles (Atenas – Grécia)
Cyntia Campos – A Fragata Surprise – Museu da Acrópole (Atenas – Grécia)

Diversos:

Pedro Richardson – Travel With Pedro – Museu Amna Suraka (Sulaymaniyah – Iraque)
Mirella, Oscar, Martinha e Carina – Viajoteca – #Museumweek – 4 Museus pelo Mundo – Te Papa (Wellington – Nova Zelândia), Vizcaya Museum & Gardens (Miami – EUA), Pergamonmuseum (Alemanha – Berlin), Belgian Comic Strip Center (Bruxelas – Bélgica)
Thaissa Chagastelles – Viagem com a Thathá – Auckland Museum – (Auckland – Nova Zelândia)
Marina Vidigal – Ideias na Mala – Angkor National Museum (Siem Reap – Camboja)
Nívia Guirra – Viagens Invisíveis – 5 Museus Palácios no Marrocos (Marrakech e Fez – Marrocos)

 

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Author: Zucos - Colaboradores ZigadaZuca

Os colaboradores do ZigadaZuca contribuem com suas experiências, dicas e roteiros, sempre segundo a linha editorial do blog de publicar apenas experiências efetivamente vividas pelos autores e contam com a supervisão e respaldo do blog.

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14 Comments

  1. Um lugar que eu quero muito conhecer, mas ainda não consegui ir! Abcs de Berlim, Claudia – Brasileiros Mundo Afora

    Post a Reply
    • Ola Claudia,
      Eu recomendo, vale a pena separar uma tarde para a visita!
      Abraços

      Post a Reply
  2. Muito legal! Berlim está “bombando”nessa blogagem coletiva.
    Acho muito bacana, quando a arquitetura “representa”e conta a história do museu.

    Parabéns pelo post!
    Fran @ViagensqueSonhamos

    Post a Reply
    • Olá Fran,
      Berlim tem mesmo muitos museus interessantes, obrigado por aparecer!

      Post a Reply
  3. oi, Zucos! Muito interessante este museu. Já visitei alguns museus judaicos em vários países, inclusive em Israel, mas por tudo que li no seu post, a arquitetura deste museu e as sensações que ela transmite aos visitantes, é que são as maiores atrações dele. É o que o torna diferente dos demais. Pretendo visitá-lo ainda este ano. Obrigada pela dica.

    Post a Reply
    • Olá Riva,
      Sim este é um daqueles museus que por pouco não precisavam ter nenhuma exposição, o próprio edifício é o melhor da visita!
      Abraços!

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  4. Amando que tem quase todos os museus de Berlim nesta blogagem.. E com razão..
    O post ficou ótimo. Queremos um post seu por semana. 😛
    Fui 4x no Jewish Museum. A primeira ida foi super chocante, sai devastada. As outras aprendi a me controlar e pude ver com mais calma e sangue frio. A cara que a Tata fez deve ter sido mais suave que a minha quando saí de lá na minha primeira visita. Mas como eu digo para mim mesma : “Faz parte! E eu só vi, não senti na pele”.

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    • Obrigado Martinha!
      As sensações são mito fortes mesmo! E acho que são a maior atração do museu.
      Mas a Tatá briga comigo até hoje porque eu larguei ela lá! hehe!

      Abraços!

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  5. Vc sabe me informar se tem áudio guia em português?

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    • Olá Denise,

      Não infelizmente não. Eles oferecem (3 Euros) o guia em diversas línguas, como Inglês, espanhol e francês.
      Mas não em português.

      Entretanto, como a visita é muito sensorial e focada na experiência dos espaços, o guia não é essencial.

      Abraços,

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  6. Boa noite. Adorei o seu post, gostaria de saber quanto tempo é recomendado para a visita neste museu? Estou indo em Agosto. Obrigada

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    • Olá Marcella,

      Depende muito da sua interação com o museu, na parte inferior acho que é indispensável conhecer cada canto, mas nos pavimentos superiores, vai da afinidade de cada um com os temas expostos. De qualquer modo, eu reservaria entre 2 e 3 horas para uma visita com calma.

      Abraços e boa visita.

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