Visitar Peterhof, a Versailles russa!

Desde que comecei a organizar meu roteiro por São Petersburgo, sabia que teria que reservar um dia para conhecer Peterhof, o famoso palácio apelidado de “versailles Russo”. Bom, não conheço o Palácio de Versailles, mas ele vai ter que rebolar para ganhar de Peterhof no meu conceito! hehe
Só para esclarecer, Peterhof é o nome da cidade que fica o Palácio que também se chama Peterhof, que nada mais é que um conjunto de palácios, capelas, jardins e fontes de vários tamanhos, distribuídos ao longo de 1000 hectares de terra, banhado pelo Mar Báltico e com uma bela vista para o Golfo da Finlândia, daquelas construções grandiosas, que ostentam poder e luxo, como o Hermitage, o Kremlin e outras construções da era Czarista.
E como a maioria das construções russas, Peterhof também foi praticamente destonada durante a Segunda Guerra Mundial. Incendiaram o grande Palácio, as fontes e cascatas foram destruídas, roubaram  muitas esculturas, dentre outras coisas. Enfim, quando não foram os comunistas, foram os nazistas que mandavam tudo pelos ares. Ainda bem que logo após a guerra, foi feito um belo trabalho de restauração e tudo voltou ao seu devido lugar.

Como fomos de bumba, nossa entrada foi pelos Jardins Superiores do Palácio, como se fosse os “fundos” do Palácio, mas ainda como um fundo russo da era czarista, nem preciso dizer que é amplo e super bonito.

Nessa área a entrada é livre, o acesso só é pago para entrar na área da “frente”, que compreende principalmente os jardins inferiores, suas inúmeras fontes e o Grande Palácio.

Chegando lá, aquilo tudo que tanto namorei nas fotos estava ali, diante de mim, e de uma galeeera também! Pois não fui esperta como a Camila Navarro que chegou cedo e curtiu os jardins tranquilamente, ou seja, cheguei em torno de 13hs e acabei divindo espaço com muita gente! *Sim, estou ficando chata com atrações cheias, gosto de admirar os lugares com calma… Mas eu sei, que deveria ter me programado melhor.

Mas independente de estar cheio, deu para admirar bastante os jardins e as fontes. Não chegamos a entrar no Palácio, estávamos cansados e só queríamos andar sem rumo pelos jardins. E foi ótimo!
Como estava calor, tinha um monte de gente aproveitando a casa do Pedrão para dar um tchibum no Mar Báltico, o Zuco aproveitou a deixa e foi junto! Como eu estava sem biquini e não sou nada européia, a ponto de mergulhar de calcinha e sutiã, fiquei deitada na canga curtindo uma brisa no gramado dos jardins. *De qualquer forma, fica a dica para quem for no verão, levar um biquini.
Nosso retorno, foi de hydrofoil um barco que em 40 minutos nos deixa na frente do Hermitage em São Petersburgo, apesar de ser bem mais caro que ir de bumba, o visual vale à pena! Principalmente, porque só está disponível no verão, enquanto as águas do Rio Neva ainda não congelaram.
O passeio valeu muito a pena, mas anote aí: Vá de manhã! Deve ser bem mais divertido curtir o espaço com menos gente! =)

Quanto? 450 rublos (cerca de R$ 29,00)

Horário de Funcionamento: de 9hs às 20hs

As fontes ficam ligadas entre 10hs e 18hs (19hs nos finais de semana).

Bilheteria: de 9hs às 17:15hs e 17:30hs às 19:30hs

Maiores informações confira o site, ou pelo menos o pouco dele que está em inglês.

 

Como chegar:

Hydrofoil:

Onde? Sai do Rio Neva em frente ao Palácio de Inverno (Hermitage) e lhe deixa na frente dos jardins inferiores (principais) de Peterhof e vice versa.

Quanto? 500 rublos (cerca de R$ 30,00) – julho/2011. Ida e volta: 800 rublos (R$ 50,00) *Caro, mas vale a praticidade!

Bumba, ou melhor, Van:

Onde? Na estação de metrô Baltiskaya, pegue a van número 404, que pode ou não estar escrito “FOUTAINS”, avise ao motorista, mesmo em inglês, que quer descer em Petrodvarots, a maioria das pessoas descem lá, não tem erro!

Quanto? 60 rublos (cerca de R$ 4,00) *Diferença enorme!

Tempo? Não lembro do tempo exato que levou, mas acho que não passou de 50 minutos.

Mais fotos no nosso álbum no Facebook, aproveita e curte lá!

 

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Author: Natália Gastão

Fluminhoca (fluminense + carioca) experimentando a vida mineira em Belo Horizonte, fisioterapeuta, acupunturista e viajante. Apaixonada pelo Rio e por viajar, sofre de tensão pré e depressão pós viagem, não pode ver uma promoção de passagem aérea e quer ir para tudo quanto é canto.

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4 Comments

  1. Casa do Pedrão kkkk

    Infelizmente no Inverno não tinha como visitar a casa de Praia do Pedrão.

    Lindo lugar.

    Bom fim de semana!
    @GusBelli

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    • Imagino que a casa de praia não deva fazer muito sucesso naquele inverno polar!

      Mas quando você for no verão, vale a visita!

      Beijinhos!

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  2. Mas nem precisa do número do bumba, o nome do destino tá escrito nele: “PETERGOF”! Quem poderia se confundir? haha

    Como eu cheguei pela água, nem cheguei a ver os jardins superiores. Ainda bem, porque mesmo sem eles eu andei bastante! 😉

    Beijos!

    Post a Reply
  3. Oi Natália!!!
    Já tá chegando a hora da minha viagem!!! Contando os minutos para ver o Casa do Pedrão de hydrofoil!!
    Espero que também consiga um dia bem bonito como o seu!!! 🙂
    bjs, Anna

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